Hoje estou um pouco desconfortável emocionalmente. Mas vai passar. Na verdade, não sei como tenho suportado ficar tanto
tempo, tantos dias em casa. Não sei como não tenho me afogado na solidão. Lendo
“O Poder do Agora”, “Novo Mundo” e “O Poder do Silêncio”, ambos publicados pela editora Sextante e escritos por Eckart Tolle, aprendi a não dar
tanta importância aos pensamentos. Hoje já sei que os pensamentos não sou eu.
Muitas vezes há o querer e o pensar não condiz com ele. Minha essência é mais
profunda do que os pensamentos. Acho que
foi isso que li nos três livros citados: pensamento é ego. Quando estamos identificados
com o ego, estamos identificados com o pensamento. Não sei bem se foi isso o
que eu li, pois minha memória é ruim. Mas sei que não devo me identificar com o
pensamento. Então, se não estou tão bem assim agora, deixa pra lá. Tentei
continuar a ler “Assim Falou Zaratustra” (editora Companhia das Letras), do Nietzche, mas comecei a sentir um peso. Então
acessei um site de jogo de buraco e joguei uma partida. Depois postei na página
que eu tenho no Facebook e daqui a pouco vou postar esse texto no blog. Aliás,
é estranho escrever que irei postar no blog daqui a pouco, porque você
leitor(a) estará lendo no tempo presente. hahaha
Estou seguindo o fluxo do
pensamento. Escrevendo sobre o que está acontecendo. Despejando aqui. Sei lá, é
uma maneira de fazer algo, me sentir útil. Não sei se alguém continua a ler o
blog, mas estou aqui, escrevendo. Vou fazer uma pesquisa com calma e encontrar
outros blogs sobre transtornos mentais, experiências de superação, essas
coisas. Vou ficando por aqui.
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